Consultoria — Berrini

Consultoria de
Marketing na Berrini

Na Berrini, muita PME vive de vender para as grandes corporações do entorno — e venda corporativa não se fecha por anúncio. São vários decisores, comitê de compra e um ciclo de meses. Consultoria aqui é estruturar o marketing para sustentar a venda complexa, não para encher o funil de lead solto.

Em resumo

O que você precisa saber sobre consultoria de marketing na Berrini

  • O ecossistema é venda corporativa: a Berrini foi ocupada por multinacionais que fugiram do custo da Paulista nos anos 90. Em volta delas vive uma rede de PMEs que vende PARA essas grandes empresas — e é para essa venda B2B que a consultoria é desenhada.
  • Vários decisores, um comitê: na venda corporativa não existe ‘o cliente’. Existe área técnica, compras, jurídico e diretoria — cada um com um critério. O marketing precisa falar com o comitê inteiro, não com um comprador só.
  • ABM em vez de volume: quando o alvo é um número pequeno de grandes contas, encher o funil é desperdício. A lógica é identificar as contas certas e construir presença dirigida a elas — marketing baseado em contas.
  • ICP PHN é o fornecedor do ecossistema: tecnologia, serviços corporativos, consultoria e indústria de médio porte que vendem para as grandes — não as multinacionais com sede na região.
  • Marketing como apoio de venda: a consultoria entrega posicionamento B2B, material que sustenta a decisão dentro do cliente e plano escrito — não pacote de mídia vendido antes de entender o ciclo de compra.

O mercado local

O mercado de consultoria de marketing na Berrini

A região da Berrini e do Brooklin nasceu como alternativa corporativa nos anos 90, quando multinacionais começaram a fugir do custo da Paulista e da Faria Lima. Hoje são cerca de cem prédios comerciais e mais de doze mil empresas ativas só no Brooklin, com sedes de gigantes de tecnologia, bens de consumo e mídia. Mas o que interessa à PHN não são essas corporações — é a densa rede de PMEs que vive de vender para elas: fornecedores de TI, serviços corporativos, consultorias e indústrias de médio porte. O cliente delas é uma grande empresa, e isso muda tudo no marketing.

Vender para uma corporação não é como vender para um consumidor. Não existe ‘o cliente’ que decide sozinho: existe um comitê de compra. A área técnica avalia se a solução resolve, o departamento de compras aperta preço e condição, o jurídico analisa risco e contrato, e a diretoria aprova o orçamento. Cada um desses papeis olha para coisas diferentes. Um marketing que fala só com ‘o decisor’ ignora que a decisão é coletiva — e que o material precisa dar argumento para quem defende a compra internamente convencer os outros.

Some a isso o ciclo. Uma venda corporativa de médio ou grande porte leva meses: prospecção, reuniões técnicas, prova de conceito, negociação, aprovação. Nesse contexto, medir marketing por volume de lead do mês é enganar a própria operação. Quando o cliente-alvo é um número limitado de grandes contas, faz mais sentido a lógica de ABM — marketing baseado em contas: identificar as empresas que valem a venda e construir presença e relacionamento dirigidos a elas, em vez de disparar anúncio genérico para o mercado inteiro.

É por isso que consultoria vem antes de execução nesse perfil. Antes de rodar campanha, faz sentido responder: quais contas realmente importam? Que material sustenta a decisão dentro do cliente, em cada etapa do comitê? Como o marketing e o comercial trabalham juntos numa venda que dura meses? Sem essas respostas, aumentar verba só gera movimento sem contrato. A consultoria da PHN existe para dar essas respostas por escrito, alinhando marketing à realidade da venda corporativa, antes do primeiro real investido em mídia.

Como atendemos a região

Como atendemos empresas
da Berrini

01 · Contas-alvo

Definir as contas que importam

Começamos pela lista de empresas que valem a venda — setor, porte, fit com a solução. Em venda corporativa, poucas contas certas valem mais que mil leads soltos. O plano organiza o marketing em torno dessas contas, na lógica de ABM, não de volume genérico.

02 · Comitê de compra

Falar com quem decide junto

Mapeamos os papeis na decisão — técnico, compras, jurídico, diretoria — e o que cada um precisa ver para dizer sim. A mensagem e o material são desenhados para o comitê inteiro, dando ao defensor interno os argumentos para vencer a discussão dentro do cliente.

03 · Material de venda

Sustentar a venda complexa

Produzimos o material que a venda corporativa exige em cada etapa: institucional que passa no crivo de compras, conteúdo técnico que convence a área de negócio, prova de resultado que reduz o risco percebido. Marketing como apoio de venda, não como gerador de pedido avulso.

04 · Marketing e comercial

Alinhar as duas pontas do funil

Numa venda de meses, marketing e comercial precisam falar a mesma língua. O plano define como a conta passa de uma mão para outra, que métricas de meio de funil acompanhar — contas engajadas, reuniões certas, avanço no CRM — e como medir a influência do marketing no contrato fechado.

Setores que buscam aqui

Setores que buscam consultoria na Berrini

  • Fornecedores de tecnologia e software: integradores, SaaS corporativo, infraestrutura e serviços de TI que vendem para as grandes empresas da região e precisam de credibilidade institucional para passar no crivo técnico e de compras.
  • Serviços corporativos: facilities, terceirização, logística, RH e consultorias de processo que atendem corporações e disputam contratos por licitação ou concorrência estruturada.
  • Indústrias e distribuidoras de médio porte: negócios B2B que vendem componentes, insumos ou soluções para grandes players e precisam construir presença dirigida a um número limitado de contas.
  • Consultorias e agências especializadas: casas de serviço intelectual que vendem projeto de ticket alto para diretorias corporativas e vivem de reputação e relacionamento, não de volume de lead.

A PHN não compete com as grandes redes de agência que atendem as multinacionais com sede na Berrini — atende exatamente quem essas redes não olham: a PME B2B do ecossistema, que fatura entre R$ 150 mil e R$ 2 milhões por mês, vende para grandes empresas e precisa de marketing à altura de um comprador corporativo sem manter um departamento inteiro para isso. Para negócios menores, o caminho costuma ser uma sessão única de diagnóstico, não consultoria contínua.

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Por Pablo Negri — Fundador da PHN Digital

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre consultoria de marketing na Berrini

A venda corporativa não se fecha por anúncio: envolve vários decisores, área técnica, compras e jurídico, num ciclo que dura meses. A consultoria estrutura o marketing para esse contexto: gerar reconhecimento no comitê de compra, produzir material que sustenta a decisão dentro do cliente e alimentar o comercial com conta certa, não com volume de lead solto. Marketing B2B corporativo é apoio de venda complexa, não geração de pedido no impulso.
Raramente. Quando o cliente-alvo é um número pequeno de grandes empresas, encher o funil de contatos aleatórios só ocupa o comercial com gente que nunca vai comprar. Para esse perfil, a lógica é o inverso: identificar as contas que importam e construir presença dirigida a elas — o que se costuma chamar de ABM (marketing baseado em contas). Menos leads, contas certas.
Não é o nosso ICP. As grandes corporações da região têm estrutura própria. Atendemos as PMEs que orbitam esse ecossistema: fornecedores de tecnologia, serviços corporativos, consultorias e indústrias de médio porte que vendem PARA essas grandes empresas e precisam de marketing à altura de um comprador corporativo exigente, sem ter um time de marketing inteiro.
Não pela quantidade de leads do mês. Para venda corporativa, a consultoria estrutura métricas de meio de funil: contas engajadas, reuniões com o decisor certo, avanço de estágio no CRM e influência do marketing nas oportunidades que o comercial abriu. O plano define o que acompanhar em cada etapa antes de escalar investimento, porque um contrato corporativo pode levar meses para maturar.
Os dois modelos. Consultoria pura entrega diagnóstico, posicionamento B2B e plano escrito. Consultoria com execução assume tráfego, SEO ou site quando a empresa prefere terceirizar. Para negócio que vende para grandes corporações, a decisão sobre qual caminho seguir sai do próprio diagnóstico, considerando o ciclo de compra do cliente final.

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