Tráfego para Clínicas Médicas

Gestão de Tráfego
para Clínicas Médicas

Anunciar uma clínica no Google é permitido — e a Resolução CFM 2.336/2023 diz exatamente o que pode e o que não pode aparecer. O que muda para a medicina não é o ‘pode ou não pode’, e sim como estruturar campanha por especialidade e procedimento, com anúncio sóbrio e foco em quem já procura marcar consulta.

Em resumo

O que muda no Google Ads quando o cliente é uma clínica médica

  • Permitido pelo CFM: a clínica pode anunciar e informar especialidades e serviços. O que a Resolução CFM 2.336/2023 veda é a promessa de resultado, o sensacionalismo e o antes e depois.
  • O jogo é o valor do paciente particular: o clique de saúde é caro, mas uma consulta ou procedimento particular costuma pagar dezenas de cliques. A métrica que importa é custo por paciente, não por clique.
  • Estrutura por especialidade: dermatologia, ortopedia, oftalmologia e odontologia têm públicos e valores diferentes — cada uma pede sua própria campanha e página.
  • O limite é o texto do anúncio: proibido prometer cura, exibir antes e depois, sensacionalizar ou fazer autopromoção. Sobriedade é obrigatória.
  • Sazonalidade do setor conta: início de ano, verão e reajustes de plano de saúde mudam o comportamento de busca por consulta particular ao longo do ano.

O que muda no nicho

Como o Google Ads funciona para clínicas médicas

Clínica médica multi-especialidade tem um problema que a clínica de nicho único não tem: cada especialidade se comporta como um negócio diferente dentro da mesma recepção. A ortopedia atrai paciente com dor e urgência, a dermato mistura estética e clínica, a cardio depende de check-up e encaminhamento. Jogar tudo numa campanha única de Google Ads faz a verba escorrer pra especialidade mais barata e deixa a que rende paciente particular de alta renda sem aparecer.

O ponto de virada é a palavra-chave. Quem digita ‘ortopedista particular’, ‘dermatologista perto de mim’ ou o nome de um procedimento eletivo já disse duas coisas: qual especialidade quer e que aceita pagar fora do convênio. É esse paciente que reduz a dependência de operadora e paga a consulta cheia. Separamos esses termos de intenção particular das buscas genéricas e de sintoma, que trazem volume mas convertem pouco.

E medimos agendamento, não clique. O rastreamento registra agendamento online, clique no WhatsApp e ligação pra secretaria, sempre amarrado à especialidade de origem, dentro do que o CFM permite anunciar — sem promessa de resultado, sem antes e depois, sem sensacionalismo. O resultado é uma conta em que cada especialidade mostra o próprio custo por paciente agendado, e o orçamento passa a ser decidido por dado.

Metodologia PHN

Como estruturamos a conta de Google Ads de uma clínica médica

01 · Mapa de especialidades

Uma campanha por especialidade, não uma só pra clínica

Clínica multi-especialidade não compra do mesmo jeito. Quem busca ‘ortopedista particular’ tem intenção diferente de quem busca ‘dermatologista perto de mim’ ou ‘check-up executivo’. Separamos ortopedia, dermato, ginecologia, cardio e as demais em campanhas próprias, cada uma com seu orçamento e seu lance. Assim a especialidade que puxa consulta particular de alta renda não divide verba com a que só traz convênio de baixo ticket.

02 · Termo de intenção

Separamos particular de convênio na palavra-chave

O paciente que digita ‘particular’ ou o nome de um procedimento específico já sinaliza que aceita pagar consulta fora da operadora. Priorizamos esses termos e as buscas ‘perto de mim’, que carregam intenção de agendar agora. Termos genéricos e de sintoma ficam em campanha separada, com lance menor, porque atraem curioso e caçador de convênio — volume alto, conversão baixa.

03 · Agendamento como conversão

A conversão é o agendamento, não o clique

Medimos o que importa pra recepção: agendamento online concluído, clique no WhatsApp e ligação pra secretaria. Configuramos o rastreamento pra que cada especialidade mostre quanto custou trazer um paciente que de fato marcou. Sem isso, a clínica paga por clique e nunca sabe se a ortopedia rende mais que a dermato — e o orçamento continua no chute.

04 · Anúncio dentro do CFM

Anúncio que respeita o Conselho

O CFM veda promessa de resultado, sensacionalismo, foto de antes e depois e uso de imagem que induza o paciente. Escrevemos os anúncios com isso em mente: destacamos especialidade, corpo clínico, facilidade de agendar e atendimento particular, sem prometer cura nem apelar. É possível captar paciente de qualidade sem infringir o código de ética médica — e sem risco pra reputação do responsável técnico.

Para quem trabalhamos

Que tipo de demanda por saúde Google Ads capta melhor

  • Procedimento particular de valor: dermatologia estética, oftalmologia e odontologia têm ticket que justifica clique caro. O canal se paga com um único procedimento fechado.
  • Especialidade com busca declarada: quem procura ‘ortopedista particular’ ou ‘marcar consulta’ tem intenção clara de atendimento e converte muito melhor que quem pesquisa sintoma.
  • Clínica que quer reduzir dependência de convênio: quem busca ampliar a agenda particular usa o Ads para atrair paciente que paga direto, sem passar pela tabela do plano.
  • Não funciona: clínica sem especialidade definida, anúncio com promessa de cura ou antes e depois, ou captação de quem só procura atendimento pelo SUS ou convênio.

A regra prática: o Google Ads para saúde funciona quando existe uma pessoa querendo marcar atendimento, um serviço particular de valor definido e um anúncio dentro da Resolução CFM 2.336/2023. Faltando qualquer uma das três, o investimento vira desperdício.

Por Pablo Negri

Fundador da PHN Digital

Conteúdo revisado e validado pelo responsável técnico da agência. Gestor de tráfego pago há mais de 6 anos, com 200+ empresas atendidas em todo o Brasil. Certificações ativas em Google Ads e Google Analytics. Saiba mais sobre a PHN ou fale direto.

Para aprofundar

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Perguntas frequentes

Perguntas de quem administra uma clínica médica

Consegue, e o segredo está na palavra-chave. Buscas como ‘ortopedista particular’, o nome de um procedimento eletivo ou ‘consulta particular perto de mim’ separam quem aceita pagar fora da operadora. Priorizamos esses termos e deixamos as buscas genéricas, que atraem quem só quer usar o plano, em campanha à parte com lance menor.
Uma por especialidade. Ortopedia, dermato, ginecologia e cardio têm ticket, concorrência e comportamento de busca diferentes. Numa campanha única, a especialidade mais barata consome a verba e a que traria paciente de alta renda fica sem aparecer. Separado, você vê quanto cada uma custa e realoca orçamento com base em dado.
Não, desde que o anúncio respeite as regras. O CFM proíbe promessa de resultado, foto de antes e depois, sensacionalismo e concorrência por preço de forma mercantil. Dá pra anunciar especialidade, corpo clínico e facilidade de agendamento dentro do que o conselho permite. Escrevemos cada anúncio com essa restrição em mente.
É justamente pra isso que ele serve bem. O foco fica em captar o paciente particular, que paga a consulta cheia e não passa pela tabela do convênio. Direcionando a verba pros termos de intenção particular e medindo o custo por agendamento de cada especialidade, a clínica constrói um fluxo próprio, menos refém do repasse da operadora.
Medindo agendamento, não clique. Configuramos o rastreamento pra registrar agendamento online concluído, clique no WhatsApp e ligação pra secretaria, e amarramos cada um à especialidade que gerou. Assim você enxerga quanto custou trazer um paciente que marcou consulta, por especialidade — e para de decidir orçamento no achismo.

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