Primeiro passo
Pablo entrará em contato em breve.
Até logo.
Tráfego para Varejo
O varejo físico tem um objetivo que a maioria das campanhas ignora: não é só vender online, é levar gente até a porta da loja. O Google Ads permite anunciar por raio geográfico, mostrar horário e endereço e medir visita — desde que a campanha seja montada para quem está perto e pronto para comprar, não para o Brasil inteiro.
Em resumo
O que muda no nicho
O varejo físico é um dos setores em que o Google Ads mais se aproveita da geolocalização, e um dos que mais desperdiçam verba quando ignoram isso. Diferente de um serviço nacional, a loja só fatura de quem consegue chegar até ela. Por isso a segmentação por raio geográfico, as campanhas de máximo desempenho com objetivo de visita à loja e as extensões de localização são o centro da estratégia — e não um detalhe.
Cada segmento do varejo tem uma lógica de mídia própria. Moda e calçados dependem de vitrine e sazonalidade forte; materiais de construção e autopeças têm busca por urgência e ticket médio alto; alimentação e conveniência vivem de proximidade e recorrência. Não existe ‘Google Ads para loja’ genérico — existe estratégia por tipo de produto, ticket e raio de atendimento.
O que separa um investimento de um desperdício no varejo é a combinação de três coisas: segmentação geográfica honesta (quem consegue chegar à loja), anúncio conectado ao estoque real e calendário comercial trabalhado na mão. Loja que joga tudo numa campanha ampla, sem raio e sem controle de datas, paga caro por clique que nunca vira venda no balcão.
Metodologia PHN
01 · Diagnóstico e raio
Mapeamos o mix de produtos da loja, o ticket médio, o raio realista de atendimento e o volume de busca de cada linha. Definir até onde vale pagar por um clique é a primeira decisão — não um ajuste posterior.
02 · Gestão 100% manual
Cada campanha é operada por humano, com palavras negativas que filtram quem busca só preço, marketplace ou cidade fora do raio. No varejo de clique barato, tráfego aleatório dilui o orçamento sem gerar venda.
03 · Foco em quem vai comprar
Trabalhamos palavras de intenção de compra e de proximidade — ‘loja de X perto de mim’, ‘onde comprar X’. Busca de curiosidade e de pesquisa de preço solta entra na lista negativa, não na campanha.
04 · Calendário e estoque
Ajustamos orçamento e lances para as janelas que faturam — Black Friday, Natal, datas do setor — e alinhamos os anúncios ao estoque real. Anunciar o que acabou queima verba e frustra o cliente na porta.
Para quem trabalhamos
A regra prática: o Google Ads para varejo físico funciona quando existe uma pessoa procurando o produto, dentro de um raio que ela consegue percorrer, e uma loja com estoque para atender. Faltando qualquer uma das três, o clique barato vira dinheiro diluído sem venda.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Numa conversa inicial sem compromisso, mapeamos o mix da loja, o raio realista de atendimento e o potencial de busca de cada linha de produto ao longo do calendário comercial.
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