Primeiro passo
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SEO para Agências de Viagens
Ranquear no orgânico em turismo não é disputar a palavra ‘pacote de viagem’ com as OTAs. É ocupar o segmento, o destino e a pergunta que o viajante faz meses antes de comprar — e sustentar isso quando a alta estação chega.
Em resumo
Contexto do setor
Poucos setores têm uma primeira página tão ocupada quanto o turismo. Nas buscas de maior volume — passagem, hotel, pacote para um destino conhecido — os resultados orgânicos são divididos entre grandes portais de reserva, comparadores, veículos de viagem e conteúdo gerado por comunidade. Nenhuma agência de porte médio constrói autoridade suficiente para deslocar esses domínios nos termos de topo. O trabalho de SEO começa, portanto, por aceitar esse mapa e procurar onde ele tem buraco: o segmento consultivo, o destino menos explorado, a pergunta específica que o grande portal responde mal porque responde para todo mundo ao mesmo tempo.
A jornada de compra de uma viagem também é longa, e isso muda o tipo de página que faz sentido. O viajante pesquisa melhor época, documentação, custo médio e roteiro semanas ou meses antes de falar com alguém. Essas buscas não convertem no mesmo dia, mas são o que constrói relevância temática no domínio e alimenta as páginas de fundo, onde estão os termos de intenção de contratação. Uma estrutura de conteúdo que separa destino, segmento e serviço dá ao buscador um caminho claro; um site com uma única página de ‘pacotes’ listando trinta destinos não dá sinal de relevância para nenhum deles.
O terceiro fator é o calendário. Diferente de setores de demanda estável, a busca por viagem se concentra em janelas — antecipação de férias, feriados prolongados, alta estação de cada destino. Como conteúdo orgânico leva tempo para ser rastreado, indexado e ganhar posição, a página que precisa performar em dezembro tem de existir muito antes. É a diferença mais prática entre orgânico e mídia paga neste setor: anúncio liga e desliga no dia, SEO trabalha com antecedência e acumula. Essa maturação é o que descrevemos de forma realista antes de começar qualquer projeto.
Metodologia PHN
01 · Mapa de disputa
Levantamos as buscas do setor e separamos as que têm primeira página travada por grandes portais das que ainda aceitam um domínio especializado. O recorte sai desse mapa: segmento, tipo de roteiro, faixa de destino. Investir conteúdo em termo já ocupado por comparador é o erro mais caro do setor.
02 · Arquitetura por segmento
Estruturamos o site em páginas de segmento — lua de mel, corporativo, ecoturismo, grupos — e de destino trabalhado, cada uma com sua própria intenção de busca. Isso substitui a página única de pacotes, que concorre consigo mesma e não ranqueia para nada em específico.
03 · Conteúdo de roteiro
Produzimos o conteúdo que o viajante busca na fase de pesquisa: melhor época, quantos dias, documentação, o que entra num roteiro. É esse material que constrói autoridade temática e liga, por links internos, nas páginas de segmento onde o contato acontece.
04 · Técnico e calendário
Corrigimos o que trava o turismo no técnico — URL de busca indexada, página de pacote duplicada, galeria pesada, canonical errado — e organizamos o cronograma para que o conteúdo de cada janela sazonal esteja publicado com antecedência suficiente para amadurecer.
Para quem trabalhamos
SEO em turismo depende de três condições: existir um recorte que não esteja dominado pelos grandes portais, haver conteúdo próprio sobre destino ou roteiro a ser publicado, e haver horizonte para esperar o tempo de maturação do orgânico. Faltando qualquer uma, conversamos sobre isso antes de propor o projeto.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Numa conversa inicial sem compromisso, analisamos os segmentos que você atende, quais buscas de destino ainda têm espaço e o que trava o site no rastreamento hoje.
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