Primeiro passo
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SEO para Indústria B2B
Trabalho de busca orgânica para indústrias que vendem para outras empresas: aparecer nas pesquisas técnicas que o comprador faz muito antes de pedir uma cotação.
Em resumo
O que muda neste setor
A primeira diferença aparece no volume. Uma indústria que fabrica válvula de esfera tripartida em aço inox, perfil estrutural sob medida ou correia transportadora para mineração não disputa termos com dezenas de milhares de pesquisas por mês. Disputa dezenas. E é exatamente aí que está o comprador certo: quem digita a especificação completa não está curioso, está montando a lista de fornecedores para cotar. Ferramenta de palavra-chave costuma marcar esses termos como irrelevantes por volume; na prática são os que trazem pedido.
A segunda diferença está no acervo. Boa parte da indústria brasileira guarda toda a informação de produto dentro de um catálogo em PDF e de um formulário de contato. O Google não ranqueia o que não consegue ler direito, e o comprador não encontra a linha específica que procura. O trabalho de SEO industrial começa por transformar esse acervo em estrutura: página por linha, por família, por aplicação, com tabela de especificação, material, norma atendida, faixa de medida e uso típico descritos em texto.
A terceira diferença é o tempo do comprador. Engenheiro, projetista, comprador técnico e suprimentos pesquisam em etapas: entendem a aplicação, comparam materiais e normas, procuram fornecedor homologável e só então abrem contato. Cada uma dessas etapas é uma busca diferente. Quando a indústria só tem página de produto, aparece na última e perde as anteriores para quem produziu conteúdo de aplicação. Nas indústrias que atendemos, é normalmente esse vazio no meio do caminho que explica o site que recebe visita e não gera contato.
Metodologia PHN
01 · Vocabulário
Levantamos como o mercado chama o que a indústria fabrica: nome comercial, nome de norma, sigla, código de material, medida, sinônimo regional e o termo que o concorrente usa. Esse levantamento sai de conversa com quem atende o cliente, do histórico de pedidos e do que o Google já mostra. É o que separa uma lista genérica de termos de uma lista que corresponde ao que o comprador digita.
02 · Arquitetura
Reorganizamos o site em famílias, linhas e itens, com URL própria para cada nível que tenha busca associada. Especificação vira conteúdo em texto e tabela, não imagem. Definimos o que merece página individual e o que deve ser agrupado, para não criar dezenas de páginas quase idênticas que competem entre si e diluem a força do domínio.
03 · Aplicação
Produzimos as páginas que respondem à fase anterior à cotação: como escolher o material para determinada condição, o que muda entre duas normas, qual linha atende qual setor, o que o projetista precisa informar para receber proposta. Conteúdo revisado com a área técnica da indústria, porque erro de especificação em página pública custa credibilidade com o comprador.
04 · Autoridade
Corrigimos o que trava indexação e leitura: velocidade, estrutura de dados, títulos, rastreamento de páginas de catálogo, links internos entre linha e aplicação. Depois acompanhamos por termo e por página quais pesquisas passaram a trazer visita e quais páginas aparecem antes do contato, para decidir onde reforçar conteúdo no período seguinte.
Para quem trabalhamos
Esse trabalho faz sentido para indústrias que vendem por especificação e por relacionamento técnico, não por impulso. Abaixo, os perfis em que o SEO costuma ter o encaixe mais claro.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Conte o que a sua fábrica produz e para quais setores atende. Analisamos o site, o catálogo e as buscas do seu segmento e retornamos com um diagnóstico do que dá para trabalhar.
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