Primeiro passo
Pablo entrará em contato em breve.
Até logo.
Tráfego para Oftalmologistas
Anunciar oftalmologia no Google é permitido — e está dentro do que o Código de Ética Médica e as resoluções do CFM autorizam. O que muda na medicina não é o ‘pode ou não pode’, e sim como estruturar campanha por procedimento, com anúncio sóbrio e foco em quem já procura resolver um problema de visão.
Em resumo
O que muda no nicho
Oftalmologia não é um serviço só. No mesmo consultório convivem a cirurgia refrativa de quem quer largar os óculos, a cirurgia de catarata de um público mais velho, o acompanhamento de ceratocone, a consulta de rotina e a receita para óculos. Cada um desses tem ticket, urgência e forma de buscar diferentes — e jogar tudo numa campanha só faz o orçamento vazar para o termo errado. Por isso a estrutura da conta espelha essas linhas de serviço desde o primeiro dia.
O paciente de cirurgia refrativa pesquisa por meses antes de decidir: compara preço, lê sobre laser, quer saber se pode voltar a dirigir sem óculos. Já quem chega com catarata madura ou com uma queixa aguda decide rápido. Trabalhamos os termos de cada momento — ‘cirurgia de miopia’, ‘quanto custa cirurgia de catarata’, ‘oftalmologista particular’ — e mandamos cada um para a página que responde àquela dúvida, em vez de despejar todo mundo na home.
E medimos o que importa para a agenda: a consulta agendada, não o clique. Como o retorno de uma cirurgia justifica um custo por avaliação mais alto do que o de uma simples consulta, ajustamos os lances entendendo esse valor. Tudo isso respeitando o Código de Ética Médica: anúncio informativo, sem promessa de resultado, sem antes e depois, sem exposição que coloque o médico em risco perante o conselho.
Metodologia PHN
01 · Separação por linha de serviço
Não rodamos tudo na mesma campanha. Cirurgia refrativa (miopia, astigmatismo, hipermetropia), cirurgia de catarata, ceratocone e consulta de rotina têm tickets, tempos de decisão e públicos diferentes — então cada frente ganha orçamento, palavra-chave e página de destino próprios. Quem busca ‘cirurgia de miopia’ está num momento; quem busca ‘oftalmologista particular perto de mim’ está em outro.
02 · Intenção de busca do paciente
Trabalhamos o vocabulário real de quem procura: ‘cirurgia para parar de usar óculos’, ‘cirurgia a laser de miopia’, ‘quanto custa cirurgia de catarata’, ‘exame de vista particular’. Negativamos o que atrai curioso e não paciente — concurso, atestado, gratuito pelo SUS — para que o orçamento pare em quem realmente considera se consultar ou operar.
03 · Conversão de agendamento
Clique não é paciente. Configuramos o rastreamento para medir o que interessa ao consultório: contato no WhatsApp para agendar avaliação, ligação para a secretaria, formulário de pré-consulta preenchido. Como o ticket de uma cirurgia é alto e a jornada envolve avaliação pré-operatória, acompanhamos o lead da consulta até o retorno, não só o primeiro clique.
04 · Conformidade com o CFM
Oftalmologia é especialidade médica e o anúncio segue o Código de Ética. Nada de promessa de resultado (‘visão perfeita garantida’), nada de antes e depois de cirurgia, nada de sensacionalismo ou concorrência por preço de forma vedada. A copy comunica estrutura, corpo clínico e serviços de forma informativa — que aprova na revisão do Google e não expõe o médico ao conselho.
Para quem trabalhamos
A regra prática: o Google Ads médico funciona quando existe uma pessoa com um problema real de visão, um procedimento de valor definido e um anúncio dentro da norma do CFM. Faltando qualquer uma das três, o investimento vira desperdício.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Gestão de Google Ads para oftalmologia, com campanhas separadas por cirurgia refrativa, catarata e rotina, conversão medida na consulta agendada e anúncios dentro do que o CFM permite.
Sem compromisso. Retorno em 24h.