Tráfego para Oftalmologistas

Gestão de Tráfego
para Oftalmologistas

Anunciar oftalmologia no Google é permitido — e está dentro do que o Código de Ética Médica e as resoluções do CFM autorizam. O que muda na medicina não é o ‘pode ou não pode’, e sim como estruturar campanha por procedimento, com anúncio sóbrio e foco em quem já procura resolver um problema de visão.

Em resumo

O que muda no Google Ads quando o cliente é uma clínica de oftalmologia

  • Permitido pelo CFM: a publicidade médica é autorizada quando é informativa e respeita o Código de Ética — o anúncio responde a uma busca iniciada pelo paciente.
  • O jogo é o ticket por procedimento: o clique médico é caro, mas o valor de uma cirurgia refrativa ou de catarata paga dezenas de cliques. A métrica que importa é custo por paciente, não por clique.
  • Estrutura por procedimento: cirurgia refrativa, catarata, consulta particular e ceratocone têm públicos e valores diferentes — cada um pede sua própria campanha e página.
  • O limite é o texto do anúncio: proibido prometer cura, exibir antes e depois ou usar linguagem sensacionalista. Sobriedade é obrigatória pela norma do CFM.
  • Sazonalidade do setor conta: início de ano, renovação de plano e períodos de férias mudam o comportamento de busca por consulta e cirurgia ao longo do ano.

O que muda no nicho

Como o Google Ads funciona para oftalmologia

Oftalmologia não é um serviço só. No mesmo consultório convivem a cirurgia refrativa de quem quer largar os óculos, a cirurgia de catarata de um público mais velho, o acompanhamento de ceratocone, a consulta de rotina e a receita para óculos. Cada um desses tem ticket, urgência e forma de buscar diferentes — e jogar tudo numa campanha só faz o orçamento vazar para o termo errado. Por isso a estrutura da conta espelha essas linhas de serviço desde o primeiro dia.

O paciente de cirurgia refrativa pesquisa por meses antes de decidir: compara preço, lê sobre laser, quer saber se pode voltar a dirigir sem óculos. Já quem chega com catarata madura ou com uma queixa aguda decide rápido. Trabalhamos os termos de cada momento — ‘cirurgia de miopia’, ‘quanto custa cirurgia de catarata’, ‘oftalmologista particular’ — e mandamos cada um para a página que responde àquela dúvida, em vez de despejar todo mundo na home.

E medimos o que importa para a agenda: a consulta agendada, não o clique. Como o retorno de uma cirurgia justifica um custo por avaliação mais alto do que o de uma simples consulta, ajustamos os lances entendendo esse valor. Tudo isso respeitando o Código de Ética Médica: anúncio informativo, sem promessa de resultado, sem antes e depois, sem exposição que coloque o médico em risco perante o conselho.

Metodologia PHN

Como estruturamos o tráfego pago para consultórios e clínicas de oftalmologia

01 · Separação por linha de serviço

Cirurgia, catarata e rotina em campanhas distintas

Não rodamos tudo na mesma campanha. Cirurgia refrativa (miopia, astigmatismo, hipermetropia), cirurgia de catarata, ceratocone e consulta de rotina têm tickets, tempos de decisão e públicos diferentes — então cada frente ganha orçamento, palavra-chave e página de destino próprios. Quem busca ‘cirurgia de miopia’ está num momento; quem busca ‘oftalmologista particular perto de mim’ está em outro.

02 · Intenção de busca do paciente

Termos de quem quer largar os óculos

Trabalhamos o vocabulário real de quem procura: ‘cirurgia para parar de usar óculos’, ‘cirurgia a laser de miopia’, ‘quanto custa cirurgia de catarata’, ‘exame de vista particular’. Negativamos o que atrai curioso e não paciente — concurso, atestado, gratuito pelo SUS — para que o orçamento pare em quem realmente considera se consultar ou operar.

03 · Conversão de agendamento

O que contamos é a consulta marcada

Clique não é paciente. Configuramos o rastreamento para medir o que interessa ao consultório: contato no WhatsApp para agendar avaliação, ligação para a secretaria, formulário de pré-consulta preenchido. Como o ticket de uma cirurgia é alto e a jornada envolve avaliação pré-operatória, acompanhamos o lead da consulta até o retorno, não só o primeiro clique.

04 · Conformidade com o CFM

Anúncios dentro da publicidade médica permitida

Oftalmologia é especialidade médica e o anúncio segue o Código de Ética. Nada de promessa de resultado (‘visão perfeita garantida’), nada de antes e depois de cirurgia, nada de sensacionalismo ou concorrência por preço de forma vedada. A copy comunica estrutura, corpo clínico e serviços de forma informativa — que aprova na revisão do Google e não expõe o médico ao conselho.

Para quem trabalhamos

Que tipo de demanda de visão Google Ads capta melhor

  • Problema com sintoma e urgência: visão embaçada, catarata madura, incomodo com óculos — quem tem uma queixa concreta e busca resolver agora converte muito melhor que quem pesquisa por curiosidade.
  • Procedimento de valor relevante: cirurgia refrativa, catarata e ceratocone têm ticket que justifica clique caro. O canal se paga com um único procedimento fechado.
  • Consulta com busca declarada: consulta oftalmológica particular tem gente procurando ativamente todo dia. O trabalho é separar o paciente particular de quem quer plano ou SUS com palavra negativa.
  • Não funciona: clínica sem procedimento definido, anúncio com promessa de resultado ou captação de quem só busca atendimento gratuito.

A regra prática: o Google Ads médico funciona quando existe uma pessoa com um problema real de visão, um procedimento de valor definido e um anúncio dentro da norma do CFM. Faltando qualquer uma das três, o investimento vira desperdício.

Por Pablo Negri

Fundador da PHN Digital

Conteúdo revisado e validado pelo responsável técnico da agência. Gestor de tráfego pago há mais de 6 anos, com 200+ empresas atendidas em todo o Brasil. Certificações ativas em Google Ads e Google Analytics. Saiba mais sobre a PHN ou fale direto.

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Perguntas frequentes

Perguntas de quem dirige um consultório de oftalmologia

Sim, desde que o anúncio seja informativo e não promissor. Comunicamos que o serviço existe, a estrutura e o corpo clínico, sem prometer resultado, sem antes e depois de cirurgia e sem sensacionalismo — exatamente o que o Código de Ética Médica veda. A copy passa por essa leitura antes de ir ao ar.
Depende do objetivo do consultório, e por isso separamos as campanhas. A cirurgia tem ticket muito mais alto, mas volume menor e decisão mais longa; a consulta de rotina e o exame de vista trazem fluxo e, muitas vezes, viram indicação de cirurgia depois. Definimos a divisão de orçamento junto com você, conforme a capacidade da agenda.
Com uma lista de palavras negativas voltada ao consultório particular. Bloqueamos termos como ‘SUS’, ‘gratuito’, ‘mutirão’ e afins, para que o orçamento apareça a quem busca ‘oftalmologista particular’ ou ‘cirurgia de miopia preço’ — pessoas dispostas a pagar pela avaliação.
Medimos com precisão até a consulta agendada — WhatsApp, ligação ou formulário. Da consulta até a cirurgia efetivada, o dado fica no seu sistema de agenda ou prontuário; quando você consegue nos devolver essa informação, fechamos o ciclo e passamos a otimizar pela avaliação que mais converte em procedimento.
Costumam valer justamente por serem específicos: quem busca ‘tratamento de ceratocone’ ou ‘crosslinking’ sabe o que quer e há poucos concorrentes disputando o termo, o que tende a deixar o clique mais barato que o de ‘oftalmologista’ genRérico. Tratamos como campanha de nicho dentro da conta.

Próximo passo

Vamos levar ao seu consultório
quem procura cirurgia e avaliação oftalmológica

Gestão de Google Ads para oftalmologia, com campanhas separadas por cirurgia refrativa, catarata e rotina, conversão medida na consulta agendada e anúncios dentro do que o CFM permite.

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