Primeiro passo
Pablo entrará em contato em breve.
Até logo.
SEO para Clínicas Médicas
Trabalho de busca orgânica para clínicas que querem ser encontradas por quem pesquisa sintoma, especialidade ou procedimento — sem depender de clique pago e dentro do que o CFM permite dizer.
Em resumo
Contexto do setor
Busca em saúde entra na classificação que o Google chama de Your Money or Your Life: conteúdo capaz de afetar a saúde, a segurança ou a decisão financeira de quem lê. Na prática, isso significa que os avaliadores de qualidade do Google cobram evidência de quem escreveu, com que formação e sob responsabilidade de quem. Um texto sobre refluxo assinado por ‘equipe editorial’ compete em desvantagem contra o mesmo tema assinado por gastroenterologista com CRM visível, currículo e página própria. Por isso o trabalho de conteúdo em clínica não começa no texto: começa em montar a estrutura de autoria do corpo clínico dentro do site.
O caminho de busca do paciente também é diferente do de outros setores. Ele quase nunca pesquisa a especialidade certa de primeira — pesquisa o sintoma, o exame que pediram, o nome do procedimento que ouviu na consulta ou a dúvida sobre o que aquele diagnóstico significa. Cada um desses momentos é uma entrada diferente no site, e todos precisam desembocar na mesma coisa: a página da especialidade e o agendamento. Clínica que resume tudo em uma página de ‘Especialidades’ com uma lista de nomes perde as buscas que trazem volume real e fica disponível apenas para quem já digita o nome da clínica.
E existe o limite regulatório. A publicidade médica é regida pelo Código de Ética Médica e pela resolução do CFM sobre publicidade: não se promete resultado, não se exibe antes e depois, não se usa depoimento de paciente como prova de eficácia, não se anuncia técnica como exclusiva sem respaldo, e toda comunicação precisa identificar o responsável técnico com registro. Isso não enfraquece o SEO — muda o tipo de conteúdo que funciona. O que ranqueia em saúde é explicação clara, honesta sobre risco e indicação, revisada por quem tem registro. Escrevemos dentro dessa regra desde o briefing, não na revisão final.
Metodologia PHN
01 · Diagnóstico
Levantamos as buscas reais do setor em três camadas: sintoma e queixa, exame e procedimento, especialidade e nome de condição. Cruzamos com o que a clínica de fato atende e com o que já existe no site hoje. O resultado é um mapa de quais páginas faltam, quais competem entre si e quais deveriam ser fundidas antes de qualquer texto novo entrar no ar.
02 · Autoria
Montamos a camada de autoridade que o Google procura em saúde: página individual por médico com CRM, formação, titulação e vínculo, assinatura visível nos conteúdos, marcação de dados estruturados de médico e de organização de saúde, e identificação do responsável técnico. Sem essa base, conteúdo médico costuma oscilar e não firmar posição.
03 · Estrutura
Construímos ou reescrevemos as páginas que sustentam o ranqueamento: uma por especialidade, uma por procedimento relevante, com explicação de indicação, como é feito, preparação e o que esperar — tudo em linguagem compatível com o CFM. Cada uma recebe interlink para o corpo clínico correspondente e caminho direto para o agendamento.
04 · Técnica
Tratamos o que trava indexação e experiência: velocidade em celular, estrutura de URL, dados estruturados, canonical, agendamento que funciona sem atrito. Em paralelo, organizamos o Perfil da Empresa no Google com categorias corretas por especialidade, horários, fotos reais e rotina de avaliações, respeitando o que a norma permite responder publicamente.
Para quem trabalhamos
SEO em saúde exige participação do corpo clínico e tempo de maturação. Costuma render mais em operações com essas características.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Conte o que sua clínica atende e como o site está hoje. Retornamos com uma leitura do que existe, do que falta e do que faria sentido começar primeiro.
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