Primeiro passo
Pablo entrará em contato em breve.
Até logo.
SEO para Psicólogos
Trabalho de busca orgânica para psicólogos e clínicas de psicologia: estruturar o site, produzir conteúdo sobre os temas que a pessoa pesquisa antes de marcar a primeira sessão e construir autoridade dentro do que o Código de Ética permite.
Em resumo
Contexto do setor
Psicologia é um dos setores em que a distância entre a dúvida e a decisão é maior. A pessoa passa semanas pesquisando sobre o que sente antes de digitar a palavra ‘psicólogo’. Ela procura entender crise de ansiedade, luto, burnout, relação que travou, filho que mudou de comportamento. Um site que só fala de agenda e valores de sessão chega tarde nessa conversa. Por isso o trabalho de SEO em psicologia começa mapeando os temas, e não só os serviços: cada tema bem tratado é uma porta de entrada para alguém que ainda está decidindo procurar ajuda.
O Google trata saúde mental como assunto sensível. Conteúdo sobre bem-estar psicológico entra na categoria que os avaliadores do buscador examinam com mais rigor, olhando quem assina, que formação tem, se o texto é responsável. Na prática isso significa que página anônima, texto genérico copiado de banco de artigos e promessa de solução rápida trabalham contra o site. O que sustenta posição é autoria clara com CRP visível, página de quem atende bem construída, abordagem explicada em linguagem que o leitor entende e cuidádev no tom ao tratar sofrimento.
Some-se a isso a Resolução do CFP sobre publicidade profissional: nada de garantir resultado terapêutico, nada de sensacionalismo, nada de depoimento ou relato de caso identificável, nada de comparar-se a outros profissionais. A regra parece limitar, mas na prática empurra para o formato que a busca orgânica premia — conteúdo útil e sóbrio. O outro ponto que reorganiza tudo é a terapia online: quem atende por videochamada deixa de competir só no bairro e passa a disputar termos nacionais, com volume muito maior e concorrência diferente. Definir esse recorte antes de escrever qualquer linha evita um site que não serve nem para o local nem para o nacional.
Metodologia PHN
01 · Diagnóstico
Levantamos o que as pessoas pesquisam em torno das questões que o profissional atende: ansiedade, relações, luto, orientação profissional, avaliação. Cruzamos com a abordagem (TCC, psicanálise, ACT, sistêmica) e com o público — adulto, adolescente, casal. Definimos se o alvo é presencial, online nacional ou os dois, porque isso decide a arquitetura inteira do site.
02 · Estrutura
Em vez de uma única página de ‘serviços’, criamos páginas separadas para cada frente: terapia individual, terapia de casal, atendimento online, público infantojuvenil. Cada uma responde dúvidas concretas — como funciona, frequência, o que esperar da primeira sessão — e cada uma disputa buscas próprias, sem competir entre si.
03 · Conteúdo
Produzimos conteúdo sobre os temas que antecedem a procura por terapia, escrito em tom que não dramatiza nem banaliza o sofrimento. Assinatura com nome e CRP, revisão técnica do profissional antes de publicar e zero promessa de cura. O objetivo é que a pessoa termine o texto sentindo que foi compreendida — e saiba que há um caminho.
04 · Técnica
Velocidade, leitura no celular, títulos e descrições, dados estruturados, links internos entre tema e página de atendimento, indexação limpa. Depois acompanhamos no Search Console o que está sendo pesquisado de verdade e ajustamos a pauta com base nisso, não em suposição.
Para quem trabalhamos
SEO em psicologia constrói um canal que segue trazendo pessoas depois de pronto, mas exige consistência e participação do profissional na revisão do conteúdo. Faz sentido em alguns cenários específicos.
Para aprofundar
Perguntas frequentes
Próximo passo
Conte como você atende hoje e o que gostaria de mudar. Analisamos a situação atual do site na busca e explicamos, sem rodeio, o que dá para fazer e o que não dá.
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