Sites para Indústria B2B

Desenvolvimento de Sites
para Indústria B2B

O comprador técnico de uma indústria chega ao seu site antes de falar com qualquer vendedor. Ele procura especificação, material, dimensão e aplicação, e só pede cotação quando encontra o que precisa. Desenhamos o site da indústria a partir desse caminho: catálogo técnico organizado, páginas por aplicação e um formulário de cotação que chega ao comercial com contexto.

Em resumo

O que o site de uma indústria precisa ter para virar pedido de cotação

  • Catálogo como espinha dorsal: cada linha e cada item com página própria, ficha técnica legível e PDF para download. É ali que o engenheiro decide se a sua empresa entra na lista de fornecedores.
  • Páginas por aplicação: o comprador pensa no problema que precisa resolver. Uma página para cada aplicação ou segmento atendido liga o produto à necessidade e responde buscas técnicas de baixo volume.
  • Cotação como conversão principal: formulário com quantidade, especificação e prazo, anexo de desenho técnico e envio direto ao CRM ou ao representante da região.
  • Dados da empresa visíveis: razão social, CNPJ, endereço da planta, certificações que a indústria de fato possui e política de privacidade conforme a LGPD. Comprador corporativo confere isso antes de cadastrar fornecedor.
  • Base técnica indexável: URLs limpas, HTML semântico, schema de organização e produto, sitemap e carregamento rápido no celular, onde muita pesquisa técnica começa.

O que muda no nicho

Por que o site de uma indústria é diferente

Na venda industrial, o site faz o papel do primeiro contato comercial. Antes de pedir orçamento, o comprador técnico compara especificações de vários fornecedores, baixa fichas, confere capacidade produtiva e só então decide quem vai receber a solicitação. Um institucional de três páginas com um ‘fale conosco’ não sustenta essa pesquisa, e a indústria fica fora da lista sem saber que foi avaliada.

A arquitetura típica de um site industrial tem: home que mostra o que a empresa fabrica e para quem; catálogo por linha de produto com fichas técnicas; páginas por aplicação ou segmento atendido; página da estrutura fabril e das certificações que a empresa possui; área de representantes por região; e página de cotação. Cada bloco responde a uma pergunta que o comprador faz durante a pesquisa.

A integração pesa tanto quanto o layout. A solicitação de cotação precisa chegar ao CRM com origem, produto de interesse e região, para seguir ao vendedor interno ou ao representante certo. O WhatsApp entra como canal de apoio para dúvidas rápidas. Tudo com consentimento registrado conforme a LGPD, porque o formulário coleta dados de profissionais de outras empresas.

Metodologia PHN

Como desenvolvemos o site
de indústrias B2B

01 · Inventário técnico

Organizamos o que a fábrica vende

Levantamos linhas de produto, fichas técnicas, aplicações, segmentos atendidos, certificações e a divisão de território dos representantes. Esse inventário define a árvore de páginas antes de qualquer tela ser desenhada.

02 · Arquitetura de catálogo

Uma página para cada item e aplicação

Estruturamos catálogo, filtros e páginas de aplicação com URLs previsíveis e links internos entre produto e uso. O engenheiro navega do problema até a peça, e o buscador entende a relação entre as páginas.

03 · Cotação integrada

Do formulário ao vendedor certo

Montamos o formulário de cotação com campos técnicos e anexo de desenho, ligado ao CRM, ao e-mail do comercial e à regra de roteamento por região. WhatsApp e telefone ficam visíveis como apoio.

04 · Publicação e base técnica

Rápido, seguro e pronto para indexar

Entregamos o site com HTTPS, imagens otimizadas, schema de organização e produto, sitemap, política de privacidade e registro de consentimento. O GA4 sai configurado com o evento de cotação.

Para quem trabalhamos

Quando o projeto de site faz sentido para a indústria

  • Catálogo que só existe em PDF: indústria que envia o catálogo por e-mail a cada contato e não tem os produtos navegáveis no site. Cada item sem página é uma busca técnica que não encontra a empresa.
  • Site antigo que não abre no celular: engenheiro e comprador também pesquisam pelo telefone, na obra ou na planta. Site lento ou quebrado em tela pequena encerra a avaliação antes da cotação.
  • Representantes sem roteamento: solicitações que caem numa caixa de e-mail genérica e levam dias até o representante da região. O site pode fazer essa distribuição na origem.
  • Ainda não é o momento: empresa que não definiu quais linhas quer vender ou que não tem fichas técnicas mínimas organizadas. O site depende desse material para existir.

Na indústria, o projeto de site se justifica quando existe um catálogo a ser encontrado, um comprador que pesquisa antes de falar com o vendedor e um comercial pronto para receber a cotação. Prazo e investimento dependem do escopo: número de produtos, integrações e idiomas.

Para aprofundar

Os outros serviços para indústrias B2B

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre site para indústria B2B

Depende do escopo. Um site com dezenas de produtos, páginas de aplicação, integração com CRM e versão em outro idioma é um projeto bem diferente de um institucional enxuto. Na conversa inicial levantamos o tamanho do catálogo e as integrações necessárias, e só então apresentamos prazo e investimento.
Na maioria das indústrias B2B, não. O preço varia com volume, especificação e frete, e a cotação é justamente o momento de qualificar o pedido. O site mostra a informação técnica completa e deixa o caminho para a cotação claro em cada página de produto, com campos que já trazem os dados de que o comercial precisa.
Consegue. O formulário identifica o estado ou a região de quem pede e envia a solicitação ao representante responsável, com cópia para o comercial interno e registro no CRM. Isso evita a caixa de e-mail genérica em que pedidos se perdem e permite ver quantas cotações cada território recebe.
O formulário coleta nome, e-mail e telefone de profissionais de outras empresas, então precisa de aviso claro de finalidade, link para a política de privacidade e registro do consentimento. Também definimos onde esses dados ficam armazenados e quem tem acesso a eles. Isso entra no projeto, não como ajuste posterior.
Sim. Mapeamos as URLs existentes, aproveitamos fichas e textos técnicos que ainda servem e criamos redirecionamentos 301 das páginas antigas para as novas. Isso preserva a indexação que o site atual já tem e evita que links salvos por clientes e representantes deixem de funcionar.

Por Pablo Negri

Fundador da PHN Digital

Conteúdo revisado e validado pelo responsável técnico da agência. Gestor de tráfego pago e SEO há mais de 6 anos, com 200+ empresas atendidas em todo o Brasil. Certificações ativas em Google Ads e Google Analytics. Saiba mais sobre a PHN ou fale direto.

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